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Aquaventura

Livro de Banda Desenhada, destinado às crianças dos 6 aos 12 anos, com divertidas personagens que ajudam os mais jovens a melhor entender os processos ligados à água na natureza e no meio urbano, através de uma ?viagem? que percorre o Concelho de Almada.

Ficha Técnica
Desenhos
: Carlos Laranjeira e Paulo Rebelo
Textos científicos: Isabel Laranjeira
Título: Os Agentes S.M.A.S numa Aquaventura em Almada
Edição: SMAS Almada, 2006

Banda Desenhada "Os Agentes SMAS numa Aquaventura em Almada",

 A Água é um dos elementos naturais mais importantes para a vida do nosso planeta e naturalmente para a espécie humana.

Sobre a importância da água os SMAS editaram em Junho de 2006, um livro de Banda Desenhada "Os Agentes SMAS numa Aquaventura em Almada", com ilustração de Carlos Laranjeira e Paulo Rebelo e textos científicos de Isabel Laranjeira.

Os SMAS pretendem com este livro de Banda Desenhada, que para além de contar com divertidas personagens, ajudar a melhor entender os processos ligados à água ¿ na natureza e no meio urbano. Pretendem sensibilizar cada um dos leitores para a protecção da água e do direito de todos ao seu uso.

O Aquaventura em Almada será distribuído ao público em idade escolar, num conjunto de acções de sensibilização junto das escolas do Concelho.

O livro

Uma nave cruza o espaço. A bordo, Splash, Maré, Áqua e Sumo. São agentes S.M.A.S. que vêm à Terra com uma missão vital: salvar a água! 

 

Estes são alguns dos personagens de "Aquaventura em Almada" - mais do que um livro de banda desenhada, uma viagem pedagógica pelo fascinante mundo da água. Desde a fantástica viagem de uma gota (ciclo natural) ao seu aproveitamento para consumo humano (ciclo urbano), ficamos a saber o que são aquíferos, qual o volume de água nos diferentes órgãos do nosso corpo, ou o que cada um pode fazer para evitar o desperdício de água.

Trata-se de uma edição dos Serviços Municipalizados de Almada, com desenhos de Carlos Laranjeira e Paulo Rebelo. Os textos científicos são de Isabel Laranjeira e a coordenação esteve a cargo de Nuno Vitorino.

Mas porque se aventuraram os SMAS nesta "Aquaventura"? Responde Henrique Carreiras, presidente dos Serviços, no prefácio do livro: "Temos a responsabilidade de levar a casa de cada um de nós este líquido tão importante para a nossa vida. Temos a responsabilidade de recolher a água depois de usada e de a tratar para a devolver à natureza, já despoluída, e, assim, contribuir para o bem estar de todas as pessoas e para o equilíbrio dos ecossistemas. Assim, decidimos fazer este livro que, para além de contar com divertidas personagens, pretende também ajudar a melhor entender os processos ligados à água - na natureza e no meio urbano. Pretende-se sensibilizar cada um de vós para a protecção da água e do direito de todos ao seu uso."

Voltemos à história. Os simpáticos extraterrestres vão ser ajudados na sua tarefa pelos seus jovens amigos almadenses - lá estão o Gotas, a Mafaldinha a Pipas e muitos outros. A viagem de descoberta começa na Praça S. João Baptista mas iremos encontrá-los em outros cenários bem nossos conhecidos, como a Boca do Vento, a Mutela ou o Parque da Paz. No final, um compromisso dos autarcas e dos mais novos almadenses: tudo fazer para preservar a água. Até porque, como enfatizam os autores de "Aquaventura", não se pode ter uma visão "bairrista" da gestão da água. O ciclo hidrólogo consiste, precisamente, na passagem contínua da água do globo terrestre para a atmosfera, por evaporação e transpiração, e da atmosfera para o globo, por condensação. As gotas de água não têm fronteiras.

Mas nem todos têm acesso a ela, em quantidade e qualidade.
Em "Aquaventura em Almada" ficamos a saber que a humanidade utiliza actualmente cerca de 1/3 das reservas de água doce. Apesar disso, estas reservas poderiam satisfazer as necessidades de 20.000 milhões de pessoas, mais de três vezes a população mundial, se estivessem igualmente distribuídas. Contudo, razões geológicas e climatéricas determinam uma situação muito diferente. Cerca de dois mil milhões de pessoas vivem com falta de água, em países africanos, asiáticos e do médio oriente. Ficamos também a saber que a agricultura consome a maior parte da água potável (70%), a indústria 20% e o abastecimento da população é responsável pelo consumo de 10% da água doce. E aprendemos que para produzir um quilo de milho gastamos, em média, 450 litros de água, para fazer um quilo de papel usamos 600 litros. E que para arrefecer um reactor nuclear precisamos de 300 a 1000 litros de água em cada segundo!